14 de dezembro de 2009
29 de novembro de 2009
Sinais de perigo que você não deve ignorar-Câncer de Mama.
As fêmeas adultas dos mamíferos possuem um número par, mas variável, de mamas. Na espécie humana, as mamas são duas e existem em ambos os sexos, embora no masculino sejam rudimentares.
Mama é cada um dos órgãos secretores de leite que se desenvolvem nas fêmeas dos mamíferos. Na mulher, a mama estende-se verticalmente da segunda à sexta costela, e transversalmente do esterno até a zona axilar. Um pouco abaixo do centro da mama está o mamilo, com poros diminutos, sensível tecido erógeno e erétil, onde desembocam os canais lactíferos. A seu redor, existe uma área pigmentada circular, salpicada de pequenos nódulos. No segundo ou terceiro mês de gravidez, essa faixa, dita aréola ou halo, torna-se escura, mas volta à cor natural durante a lactação.
A mama tem a mesma aparência em ambos os sexos até a puberdade, quando a feminina começa a avolumar-se rapidamente. Durante a gravidez aumenta de tamanho, e depois do parto avoluma-se ainda mais, como resposta à ação do hormônio ovariano (estrogênio). A secreção do leite resulta da ação estimulante de um hormônio hipofisário (prolatina). Quando cessa a lactação, a mama volta ao tamanho primitivo.
Entre as enfermidades da mama, podem citar-se: (1) mastodinia, ou dor persistente no seio, que se intensifica antes da menstruação; (2) cistos mamários de vários tipos; (3) mastite aguda ou inflamação passageira da mama, mais comum em lactantes; (4) mastite crônica, que pode resultar de resolução incompleta da mastite aguda; (5) fibroadenoma, tumor glandular benigno que pode sofrer degeneração maligna; (6) câncer, que é a doença mais comum da mama e cuja maior incidência se verifica em mulheres entre quarenta e sessenta anos.
No início, o câncer da mama é um pequeno tumor móvel e indolor. Com o passar do tempo, aumenta de tamanho, torna-se mais facilmente palpável e adere à fáscia profunda e aos músculos subjacentes. Nas fases mais avançadas, ocorre ulceração do tumor, estagnação linfática no braço do lado afetado e metástases para os ossos e certas vísceras. Na gravidez, o câncer da mama participa do rápido desenvolvimento do órgão. Não há provas de que a amamentação favoreça a doença. Ao contrário, a inatividade dessa função natural parece relacionada à ocorrência de mastite crônica e, conseqüentemente, ao câncer local. No tratamento do câncer, recorre-se a cirurgia, radioterapia e hormônios.
Apesar de que a maioria das mudanças no seio desaparecem na próxima menstruação, procure o médico se voce tiver um desses sintomas:
Diferença no formato dos seios.
Um caroço, secreção no mamilo ou dor localizada em uma parte do seu seio. Quando pressionada com a ponta dos dedos, o caroço "perigoso" tende a parecer duro e imóvel, ou tem uma superfície irregular. (caroços benignos parecem moles, ou se são duros parecem "sair do lugar").
Dor no seio que é localizada e dura mais que um ciclo menstrual.
Secreção no seio que é persistente, sangra, em apenas um lado
Mama é cada um dos órgãos secretores de leite que se desenvolvem nas fêmeas dos mamíferos. Na mulher, a mama estende-se verticalmente da segunda à sexta costela, e transversalmente do esterno até a zona axilar. Um pouco abaixo do centro da mama está o mamilo, com poros diminutos, sensível tecido erógeno e erétil, onde desembocam os canais lactíferos. A seu redor, existe uma área pigmentada circular, salpicada de pequenos nódulos. No segundo ou terceiro mês de gravidez, essa faixa, dita aréola ou halo, torna-se escura, mas volta à cor natural durante a lactação.
A mama tem a mesma aparência em ambos os sexos até a puberdade, quando a feminina começa a avolumar-se rapidamente. Durante a gravidez aumenta de tamanho, e depois do parto avoluma-se ainda mais, como resposta à ação do hormônio ovariano (estrogênio). A secreção do leite resulta da ação estimulante de um hormônio hipofisário (prolatina). Quando cessa a lactação, a mama volta ao tamanho primitivo.
Entre as enfermidades da mama, podem citar-se: (1) mastodinia, ou dor persistente no seio, que se intensifica antes da menstruação; (2) cistos mamários de vários tipos; (3) mastite aguda ou inflamação passageira da mama, mais comum em lactantes; (4) mastite crônica, que pode resultar de resolução incompleta da mastite aguda; (5) fibroadenoma, tumor glandular benigno que pode sofrer degeneração maligna; (6) câncer, que é a doença mais comum da mama e cuja maior incidência se verifica em mulheres entre quarenta e sessenta anos.
No início, o câncer da mama é um pequeno tumor móvel e indolor. Com o passar do tempo, aumenta de tamanho, torna-se mais facilmente palpável e adere à fáscia profunda e aos músculos subjacentes. Nas fases mais avançadas, ocorre ulceração do tumor, estagnação linfática no braço do lado afetado e metástases para os ossos e certas vísceras. Na gravidez, o câncer da mama participa do rápido desenvolvimento do órgão. Não há provas de que a amamentação favoreça a doença. Ao contrário, a inatividade dessa função natural parece relacionada à ocorrência de mastite crônica e, conseqüentemente, ao câncer local. No tratamento do câncer, recorre-se a cirurgia, radioterapia e hormônios.
Apesar de que a maioria das mudanças no seio desaparecem na próxima menstruação, procure o médico se voce tiver um desses sintomas:
Diferença no formato dos seios.
Um caroço, secreção no mamilo ou dor localizada em uma parte do seu seio. Quando pressionada com a ponta dos dedos, o caroço "perigoso" tende a parecer duro e imóvel, ou tem uma superfície irregular. (caroços benignos parecem moles, ou se são duros parecem "sair do lugar").
Dor no seio que é localizada e dura mais que um ciclo menstrual.
Secreção no seio que é persistente, sangra, em apenas um lado
Qualquer caroço que não desaparece após o início do período menstrual - ou um caroço antigo que está crescendo ou modificando.
Uma infecção da pele que não desaparece com antibióticos ou um eczema que não vai embora, mesmo com uso de hidrocortisona.
Um abaulamento que aparece de repente na pele.
Um mamilo que se torna invertido.
20 de novembro de 2009
Depressão uma doença do século!
Depressão: um estado vazio, situação de refúgio e isolamento
A depressão é uma situação de distúrbio mental, leve ou acentuada, decorrente do funcionamento alterado das células cerebrais, sobre a capacidade emocional e física de um indivíduo.
É um problema que acomete homens e mulheres adultos (da faixa etária dos 20 aos 50 anos de idades), embora também com registro em idosos e crianças.
Atinge principalmente o organismo feminino, na proporção de duas mulheres para cada homem com depressão. Sendo essa tendência ocasionada pela maior variação hormonal sentida pelo organismo feminino durante a gravidez e o período pré-menstrual.
Entre os fatores que mais desencadeiam processos depressivos estão os de caráter genético (baixo funcionamento da tireóide, derrames, câncer, diabete) e os de caráter social (desemprego ou separação). Tendo efeito direto na transmissão dos impulsos nervosos de uma célula a outra, devido alteração na quantidade de neurotransmissores (noradrenalina e serotonina)
Os sintomas
Entre os fatores que mais desencadeiam processos depressivos estão os de caráter genético (baixo funcionamento da tireóide, derrames, câncer, diabete) e os de caráter social (desemprego ou separação). Tendo efeito direto na transmissão dos impulsos nervosos de uma célula a outra, devido alteração na quantidade de neurotransmissores (noradrenalina e serotonina)
Os sintomas
Os sintomas mais freqüentes estão relacionados à variação de humor, afetando o comportamento diário de uma pessoa, que transparece através da feição, momentos de tristeza, desânimo, ansiedade e irritabilidade contínua.
A depressão também afeta a fisiologia do corpo humano, causando indisposição (cansaço), diminuição da libido (desejo sexual), falta de memória, redução de concentração e alternâncias entre insônia e sono excessivo, aumento ou perda de apetite.
O tratamento é realizado através de seções psicoterápicas associadas a medicamentos antidepressivos. Dessa forma, se restabelece os níveis de quimioreceptores sinápticos (aumento de serotonina), provocando sensação de bem-estar.
Estima-se que aproximadamente 10 milhões de brasileiros, por motivos adversos, estejam passando diariamente por esse mal.
Por Krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia
Equipe Brasil Escola
14 de novembro de 2009
ÁGUA NA LUA !!!
Nasa diz ter localizado evidências de quantidade 'importante' de água na Lua.
Agência espacial divulgou (sexta 13 nov 2009) resultados de experiência com sonda.
LCROSS promoveu choque duplo em cratera no polo sul lunar.
A Nasa, a agência espacial americana, anunciou nesta sexta-feira (13) que localizou uma "importante" quantidade de água congelada na Cratera Cabeus, no polo sul da Lua. O dado foi obtido graças ao choque duplo promovido pela sonda LCROSS (sigla em inglês para Satélite de Sensoriamento e Observação de Crateras Lunares) em 9 de outubro.
"A descoberta abre um nova capítulo em nossa compreensão da Lua", afirmou a Nasa em um comunicado.
A colisão, há pouco mais de um mês, levantou uma coluna de material do fundo de uma cratera que não recebe a luz do Sol por bilhões de anos. Os dados preliminares obtidos da análise desses materiais "indicam que a missão descobriu, com sucesso, água", afirmou a Nasa.
"Estamos muito entusiasmados", declarou Anthony Colaprete, cientista da equipe do projeto LCROSS no Centro Ames de Pesquisa da Nasa, em Moffett Field (Califórnia). "Muitas linhas de testes mostram que havia água presente tanto no vapor que se elevou em ângulo alto, como nos escombros projetados em ângulo mais baixo por causa do impacto da Centauro", acrescentou.
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Busca de água na Lua tenta viabilizar bases permanentes de pesquisa e exploração lunar
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"A concentração e distribuição de água e de outras substâncias requerem mais análise, mas podemos dizer com segurança que (a Cratera) Cabeus contém água", afirmou Colaprete.
Cabeus é uma cratera com alta concentração de hidrogênio. Foi escolhida porque tem o fundo relativamente plano e não tem rochas em seu interior que pudessem impedir o choque diretamente no fundo da cratera. A busca de água na Lua tenta viabilizar bases permanentes de pesquisa e exploração lunar. *Agencia EFE e da France Presse *Do G1, inf. de agências internacionais.
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